Plástica Abdominal
Conheça tudo que a cirurgia plástica pode fazer para deixar seu abdome mais bonito e sensual.
Existe coisa mais desagradável do que olhar no espelho e se deparar com uma barriga flácida e saliente? E não são apenas as mulheres que sofrem com esse problema, os homens também têm tendência a acumular gordura nessa área, principalmente após uma certa idade.
As mulheres, por sua vez, costumam adquirir aquela barriguinha difícil de eliminar, depois da gravidez.
Porém, existem outros factores que determinam se uma pessoa terá ou não um abdome volumoso.
A genética é o mais poderoso deles, mas até detalhes como o tipo da estrutura óssea influenciam nesse aspecto: “Pessoas que têm a costela “funda” geralmente não têm barriga.
Já aqueles que possuem quadris chatos e largos têm maior propensão a ficar com o ventre proeminente.” – explica o cirurgião plástico Jair José Pereira.
Em certos casos, uma dieta para eliminar o excesso de peso, associada a exercícios para fortalecer os músculos, é suficiente para deixar o abdome em forma.
Para muitas pessoas, no entanto, esses cuidados não conseguem garantir uma barriga reta e sequinha. Isso acontece nos casos em que existe flacidez de pele acentuada – impossível de se corrigir apenas com ginástica – ou quando, mesmo após perder peso, a pessoa continua com acúmulo de gordura na região.
Quando isso ocorre, o jeito é apelar a uma das três técnicas cirúrgicas existentes para remodelar o abdome: lipoaspiração, miniabdome e abdominoplastia tradicional (também conhecida como dermolipectomia abdominal) ou a associação entre elas.
A escolha do melhor método para seu caso depende de diversos fatores.
De acordo com o cirurgião plástico Luiz Alberto de Lourenço, o mais importante na hora dessa decisão é a boa relação médico-paciente. “A conversa no consultório é fundamental para averiguar as expectativas de cada pessoa em relação ao próprio corpo.”
É justamente através desse “bate-papo” inicial que o médico vai descobrir o que o paciente espera da cirurgia e até mesmo avaliar seu perfil psicológico.
Só depois disso parte-se para os exames clínicos e, por fim, decide-se o procedimento cirúrgico mais indicado.
Conheça agora cada uma das técnicas existentes, suas indicações, contra-indicações e demais detalhes que você precisa saber antes de submeter-se a qualquer uma delas.
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